Nota do Blog: De acordo com uma
matéria do site io9, apenas uma única pessoa, ou um pequeno grupo de terroristas
(como sempre a desculpa do terrorismo), seria capaz de destruir nosso planeta.
Cientistas então, estariam preocupados com tal possibilidade e sugerem, nada
mais, nada menos, algo que nós, que estamos cientes do que rola nos bastidores
do planeta, já sabemos que irá inevitavelmente acontecer, a saber, a redução
populacional e o controle total dos cidadãos. E ao que tudo indica, dentro de
pouco tempo! Leia a matéria abaixo!
Com os enormes avanços
tecnológicos — especialmente nas áreas da inteligência artificial, nano e
biotecnologia — que estamos testemunhando nos últimos anos, você alguma vez
parou para pensar se uma única pessoa, dotada dos conhecimentos e meios
necessários, seria capaz de destruir o planeta sozinha? Segundo o pessoal do
site io9, que conversou com alguns
especialistas em segurança, essa possibilidade é bem real e não é tão remota
como parece.
Os profissionais Philippe van
Nedervelde —, especialista em defesa nuclear, biológica e química —, James
Barrat — especialista em inteligência artificial — e Robert Freitas —
especialista em nanotecnologia — acreditam que a possibilidade de que um grupo
terrorista pequeno e até mesmo a de que um único indivíduo possa destruir a
Terra não está sendo levada a sério o suficiente. Aliás, a maioria das pessoas
nem sequer imagina que está correndo perigo.
Convergência
de riscos
Fonte da imagem:
Pixabay
Para os especialistas, algo
parecido com uma “tempestade perfeita” está se formando, com vários fatores de
risco convergindo para um único propósito. Entre eles estão perigos existenciais
criados pelo próprio homem, assim como ameaças de origem
cósmica.
Com respeito aos perigos de
“fabricação” humana, os especialistas citaram como mais ameaçadores as pandemias
provocadas por ataques biológicos, guerras termonucleares, o surgimento de uma
inteligência artificial que subjugue os seres humanos e o desenvolvimento de
armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia. Desses riscos, o da
pandemia foi considerado como potencialmente
preocupante.
Cenários
catastróficos
Fonte da imagem:
Shutterstock
Os especialistas acreditam que
dentro de pouco tempo as pandemias provocadas por criminosos será um perigo
real, e alguns ataques biológicos em pequena escala já demonstraram ao mundo o
poder dessa “arma”. Além disso, pandemias naturais — como foi o caso da gripe
espanhola em 1918 e que matou entre 50 e 100 milhões de pessoas, ou seja, entre
2,5 e 5% da população mundial — já deixaram bem clara a gravidade da
questão.
O problema nesse sentido é que
a tecnologia necessária para desenvolver agentes patogênicos eficientes e
efetivos já existe, e os cientistas dispõem do conhecimento necessário para
otimizar seu funcionamento ou para combiná-los de forma que sua ação seja
potencializada. Portanto, é possível criar armas biológicas capazes de dizimar
completamente a humanidade.
Fonte da imagem:
Pixabay
Com respeito ao desenvolvimento
de armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia, uma possibilidade
mencionada foi a chamada “praga cinza”, ou seja, robôs de dimensões moleculares
capazes de se autorreplicar e que consumiriam completamente todos os recursos
naturais críticos para a sobrevivência humana. Esses dispositivos poderiam, por
exemplo, ser lançados na atmosfera e bloquear o sol ou, ainda, destruir
organismos vivos.
Por último, considerando o
cenário relacionado com a inteligência artificial, os especialistas acreditam
que ela poderia, dentro de poucas décadas, ultrapassar a inteligência humana, e
um erro de programação poderia ser fatal. Conforme explicaram, poderíamos nos
ver forçados a competir com um rival cujas habilidades sejam muito superiores às
nossas, e em situações que nem sequer podemos imaginar.
Mais
com menos
Fonte da imagem:
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O perigo de tudo isso é que o
desenvolvimento dessas tecnologias permitirá que se destrua muito mais com muito
menos, e a convergência de todas elas só servirá para acelerar e exacerbar
drasticamente o aumento do risco. Aliás, para conseguir destruir o planeta, um
grupo determinado o suficiente só precisaria de recursos relativamente modestos
e que dentro de pouco tempo estarão disponíveis para qualquer
um.
Assustadoramente, essas
tecnologias estão sendo desenvolvidas por agências governamentais e grandes
corporações, e esse conhecimento pode, eventualmente, cair nas mãos erradas.
Sendo assim, de acordo com os especialistas, mais do que temer catástrofes
globais provocadas por grandes exércitos, devemos ficar atentos a pequenos
grupos com as motivações erradas.
Os especialistas também
apontaram que indivíduos sozinhos — que tenham o conhecimento suficiente e
tenham desenvolvido um ódio violento contra a humanidade — têm o potencial de
destruir cidades e regiões inteiras, e não descartam a possibilidade de que os
mais motivados possam dizimar continentes e até mesmo o planeta. Por certo,
esses possíveis “agentes solitários” tiram o sono dos especialistas em
segurança.
Medidas
preventivas
Fonte da imagem:
Pixabay
É claro que quem quebra a
cabeça pensando em possíveis cenários de destruição global também considera
formas de evitar que tudo isso aconteça. Conforme explicaram os especialistas,
por sorte, não estamos completamente desprotegidos contra os perigos, e
precauções, ações preventivas, medidas de contra-ataque efetivas e identificação
prematura dos riscos podem ajudar a reduzir o problema.
Uma das alternativas
apresentadas seria o monitoramento psicológico de pessoas com comportamento —
comprovadamente — anormal através de sistemas educacionais e outras
instituições, com o objetivo de que esses indivíduos nunca cheguem a levar a
cabo qualquer plano maligno.
Contra o ataque de armas
criadas a partir da nanotecnologia, os especialistas sugerem o contra-ataque com
“névoas” de nanorrobôs, radiação dirigida e o uso do eletromagnetismo. Por
último, contra a ameaça apresentada pela inteligência artificial, o melhor seria
criar uma organização global envolvendo a iniciativa pública e privada que
estabeleça as diretrizes sobre o desenvolvimento e aplicação dessa
tecnologia.
Estado
vigilante
Fonte da imagem:
Shutterstock
Uma alternativa mais radical
seria a criação de um estado de constante vigilância, realizada através da
própria população e de sistemas microeletromecânicos inteligentes. Esses
sistemas consistiriam em robôs, sensores e outros dispositivos diminutos capazes
de detectar a presença de substâncias químicas, magnetismo, temperatura e luz,
por exemplo, e que no futuro poderão ficar em suspensão no ar como se fossem
simples partículas.
Além disso, essa “poeira” espiã
permitiria que a população global dispusesse de olhos e ouvidos em todas as
partes, e o melhor é que a vigilância não seria feita por operários humanos —
corruptíveis e problemáticos —, mas por máquinas. Com isso, obviamente a
privacidade absoluta deixaria de existir, e apenas teríamos direito uma
privacidade relativa.
Por outro lado, o controle
constante resultaria em uma dramática queda em crimes, violência e todo tipo de
abusos, seja contra crianças, mulheres ou idosos. O mesmo aconteceria com a
corrupção e outros tipos de delito, e se instauraria uma sociedade ética e
totalmente transparente. Fonte:
io9 Megacurioso
Fonte/Os Bastidores do Planeta